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22.6.06
Mensagem recebida pela própria via myspace: "brazil is coming!!!! tim festival hopefully in november".
Posted at 6/22/2006 8:31:14 pm by Luiz Pattoli
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5.6.06
Eclectic Method roubado no Lov.e
No fim da noite de ontem no Lov.e, na hora de recolher os equipamentos, os integrantes do Ecletic Method não
encontraram o case com seus DVDs. O pior: minutos mais tarde, depois de
revirar o clube, encontraram o case vazio, no lixo do banheiro
masculino.
Eles não tinham back-up deste material. Aliás, agora
eles não têm material pra se apresentar - porque até produzir tudo
aquilo, segundo um deles, levaria uns três meses de trabalho. Se os
DVDs não forem encontrados, eles terão que cancelar as próximas datas
da turnê.
Fato é que o Facundo, proprietário do Vegas (onde eles iam se apresentar na festa de 1 ano que acabou cancelada) está oferecendo uma nota preta - R$ 10 mil - pra quem se
dispuser a devolver os DVDs. Anonimamente, é claro, porque gatuno
nenhum gosta de aparecer.
Pra devolver o material, a pessoa só precisa ir a um cybercafé, criar uma conta de email e escrever pra ele ( facundo@vegasclub.com.br). Ele vai providenciar o pagamento em dinheiro, de uma forma que a pessoa realmente não precise se identificar.
Original aqui rraurl
Posted at 6/5/2006 6:25:06 pm by Luiz Pattoli
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18.5.06
Mentiras do Futebol #2 - "Ataque de nervos"
Um gol no último minuto, que dá o título do campeonato; uma jogada de 'Pelé', que resulta num gol de placa; a tirada de bola em cima da linha, que salva o time da derrota; as inúmeras conquistas de recordes e de feitos. Por estas razões que um jogador de futebol fica marcado para sempre na história do esporte. Normalmente!? Mas há outros causos que o torna tão inesquecível no folclore popular.
Foi o que aconteceu com o atacante Amarildo Peres Silva, mais conhecido por Ildo. Formado nas categorias de base do Bangu - RJ no início da década de 80, Ildo teve a sua grande chance no Campeonato Brasileiro de 1985. O time do subúrbio carioca fez uma grandíssima campanha batendo times grandes como o Vasco da Gama - RJ e o Internacional de Porto Alegre - RS para chegar à final contra o Coritiba – PR.
Naquele ano, Ildo jogou ao lado do craque Marinho desde o início do Brasileirão e foi o vice-artilheiro do time com 11 gols. Começou bem a temporada marcando em todos os jogos, sendo três no Desportiva – RS em pleno estádio Moça Bonita, em Bangu, conquistando de vez a torcida. Marinho, que tinha todo o respeito dos atletas, dos dirigentes e jornalistas, afirmou em entrevista exclusiva ao Jornal do Brasil que Ildo seria titular da seleção na Copa do México no ano seguinte.
Extrovertido que ele só, ganhou fama entre as mulheres e era visto acompanhado sempre por uma nova namorada depois de cada jogo. Lembro de uma foto, publicada na Revista Manchete de Ildo, vestido com uma calça de veludo vinho e uma camisa de seda azul violeta, de mãos dadas com uma loiraça modelo saindo da boate People, a melhor freqüentada do Rio, no Leblon. Bom de bola e de lábia, ele ganhou a admiração de todos, inclusive daqueles cronistas esportivos conservadores que sempre pegam no pé de jogadores que gostam de tomar umas cervejinhas geladas e fumar um cigarrinho sem compromisso.
Antes do início da semi-final do campeonato contra o Brasil – RS, porém, os jornais cariocas noticiaram que o atacante havia sido fisgado por uma morena sambista lá do bairro Gogó da Ema, na Baixada Fluminense, e que ele estava sofrendo de amor. Na verdade, a morena (seu nome não será revelado aqui por respeito) foi sua namorada nos tempos de adolescência, com quem Ildo prometera casamento. Na semana antes do primeiro jogo da semi, a morena foi à concentração do Bangu todos os dias, mas os seguranças do clube proibiram sua entrada. Visivelmente, ele perdera a alegria e não passou mais a sorrir. Deixou de dar entrevistas.
Analistas e comentaristas futeboleiros, na época, afirmavam que Ildo estava super concentrado no título inédito e que ele iria despejar toda a energia nos jogos finais, dando total dedicação à vitória. No primeiro jogo, em Porto Alegre, o Bangu venceu com sorte e sofrimento depois de um gol de escanteio, no finalzinho. Ildo não apareceu no jogo.
Na semana posterior, as colunas esportivas pediam que deixassem a morena do Gogó da Ema visitar a concentração. Pediam não, imploravam na tentativa de trazer de volta o sorriso de Ildo. Mas não permitiram. Aí, a imprensa ficou encucada. Ninguém sabia qual era a verdadeira relação entre a moça e o atacante, ninguém sabia o motivo pelo fraco futebol apresentado.
No jogo da volta, o Bangu detonou e venceu com facilidade por 3 x 1 o Brasil - RS. Entretanto, Ildo repetiu a péssima atuação. Os jornais não perdoaram o atacante. Títulos de matérias beiravam ao ridículo do sensacionalismo: "Morena faz Ildo brochar" ou "Ildo perdeu o tesão pelo futebol".
De repente, antes do início da partida final contra o Coritiba - PR, com o Maracanã lotado, uma faixa enorme se abriu no meio da multidão com os seguintes dizeres: "Ildo, cadê minha pensão?". O corre-corre foi geral de jornalistas para perguntar ao atacante uma explicação. Ildo se desesperou com o cerco da imprensa e caiu duro no chão. O jogador foi levado até o ambulatório do estádio e foi diagnosticado com "crise neurótica", ou melhor, "ataque de nervos".
O jogo terminou empatado em um gol até a prorrogação. E o Bangu perdeu para o Coritiba o título nos pênaltis por 6 x 5 para a decepção do Rio de Janeiro inteiro que torcia pelo time. Ildo não jogou aquela partida e, sinceramente, nunca mais teve uma regular temporada. Dias depois da final, uma reportagem do O Globo revelou que aquela faixa era da ex-mulher do jogador, a morena do Gogó, que reclamava pensão para seus três filhos. Ildo, assim, entrou para sempre na história do futebol.
por André Pascowitch apascowitch@uol.com.br
Posted at 5/18/2006 10:30:20 am by Luiz Pattoli
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12.5.06
Os impostores do funk paranaese
 Que o funk carioca rompeu as fronteiras do seu estado de origem, não é mais novidade pra ninguém. São diversos os exemplos: do aclamado DJ Diplo, passando por campanhas publicitárias européias com trilha-sonora funkeira ou as noites dedicadas ao ritmo que não esvaziam nunca em São Paulo. Mas ainda falta um ingrediente: a produção das músicas ainda é majoritariamente feita nas favelas cariocas. Poucas pessoas de fora produzem funk carioca. O De Falla (RS) foi pioneiro. Depois veio Tetine (SP/UK), Turbo Trio (RJ/SP), Fulerô o Esquema (SP) e mais recentemente o curitibano Bonde do Rolê. Este último, apadrinhado pelo Diplo, sairá em turnê pela europa e Estados Unidos.
Mas o sucesso repentino incomodou um grupo de três amigos na capital paranaese. Cantando "Vao faze turne na europa/E nos enlatado/Quando eles volta/Vai ta tudo dominado" o Bonde das Impostora quer aproveitar o vácuo deixado pelo Rolê para ocupar espaço entre o pessoal indie que gosta do grupo. Aliás, os indies são satirizados em quase todas as letras do grupo, seja em "Fotologger Diva" ou em "King dos Blasé".
Leia abaixo entrevista com o grupo:
CG - Primeiramente, quem são vocês, o que fazem, já tiveram outras bandas?
Vicky: Eu que, além de participar do Bonde das Impostora, sou atriz, estudante de artes cênicas e tenho uma outra banda de rock'n'roll meio glam meio folk que ainda não se definiu.
Cello: Oi, meu nome é Cello... (barulho de caixa registradora)... eu trabalho como Webdesigner e Webdeveloper numa agência de publicidade nas minhas 8 horas vagas por dia, de resto eu me dedico ás Impostoras e ao Twinkle Tones, meu projeto de musica eletronica (que por sinal o Pedro e o Rodrigo do (Bonde do) Rolê tocam ao vivo comigo, e tem musica cantada pela Marina).
Bárbara: Sou a carioca popozuda do Bonde. Formada em Publicidade e Propaganda, atualmente trabalhando com produção de eventos. Já fui vocalista de uma banda de punk rock.
CG - Nas músicas "Rolê de cú é rola" e "Rodriguinho Paixão" o alvo é a turma do Bonde do Rolê. Vocês são amigos? Por que a provocação? Vicky: Sim,nós somos amigos, inclusive o Cello mora com o Pedro e o Rodrigo e namora a Marina, haha. Por isso que na descrição da banda colocamos "e a ingratidão de um paulista", porque os meninos abrigaram ele na casa deles e agora o Cello faz uma banda contra o Bonde do Rolê. Tudo começou porque eu e bárbara começamos a tirar sarro depois de ouvir uma entrevista onde percebemos que boa parte do que o Bonde do Rolê falava tinha "de cu é rola" no meio, e daí a brincadeira foi indo, até que a gente fez a música do "Rolê de cu é rola". Nós juntamos com o cello e surgiu a do "Rodriguinho" devido ao ódio que o Todrigo tem de reggae. A provocação é só pra ser divertida mesmo, já que eles estão fazendo tanto sucesso, tinha que ter alguém que falasse mal deles também, um concorrente, afinal não é todo mundo que gosta de escatologia. E as músicas do "Marinão Sex Machine" e "Pedro na Idade das Pedras", ainda estão por vir. Cello: Fora que eu chupo os tamborzão de um cd de funk do Rodrigo!! A do "Rodriguinho Paixão" foi foda!! O lance do reggae surgiu um dia quando o Rolê tava indo fazer entrevista num podcast, eu de gaiato tava junto, resolvemos tirar o Rodrigo de fã de Cidade Negra, ele ficou bem puto, aí é que a chacota pega! A gente ama eles na verdade, e eles também nos amam, até letra eu já dei pra eles, já ouviu "Vitiligo"? Bárbara: Vocês não perceberam ainda que somos um bando de oportunistas? A parada é meter pau em algo que está em evidência! Todo mundo gosta? A GENTE ODEIA! Se todo mundo odiasse a gente fazia funk dizendo que é bom... hehe Na verdade, o meu objetivo particular com as Impostora é destruir a reputação da Marina, já que a conheço desde os tempos do colégio e sei os podres de sua pré-adolescência...
CG - Quem produz as bases? Vicky: O Cello,hehe. Ele é o nosso rei do batidão, são incríveis as coisas que ele faz. A gente ajuda,dá idéia, mas quem fica ali no computador arrumando as bases é ele. CG - A letra de "Fotologger Diva" ironiza o pessoal que se exibe nos fotologs. Vocês têm um? As meninas da bandas são divas do fotolog?
Vicky: Haha. O bonde das impostora não tem fotolog, porém os integrantes tem, haha. Eu e Bárbara já fomos super divas de fotolog, postávamos todos os dias, saíamos por aí com nossas câmeras, por isso até que sabemos como que funciona o mundo fotologger,mas a gente já passou da fase e paramos com a palhaçada de fazer do fotolog a vida da gente. O Cello tem fotolog também, mas ele não posta muito não, então ele não se encaixa tanto no perfil da música, apesar de ser uma pessoa da velha guarda do fotolog.
Cello: Velha guarda de cu é rola hahahahah!! Na verdade, eu usava pra postar meus desenhos, uns artwork que eu fazia, depois perdi a paciência e comecei a postar muito de vez em quando alguma foto, só pra lembrar de alguma data, ou guardar alguma coisa... Antes de conhecer a Bárbara e a Virgínia eu tinha visto o fotolog delas pela e tinha MEDO, elas são total fotolog diva!!
Bárbara: Confesso que meu passado me condena...
CG - Vocês dizem no perfil que o negócio é falar mal de todo mundo, mas pegam pesado com a galera "indie". Algum problema específico com esse pessoal? Vicky: Ah,a gente não pega tão pesado,pega? hehe. Na verdade o problema está na imagem que o pessoal quer passar. Querem ficar competindo pra ver quem é mais indie , só podem ouvir um tipo de música, tem que ser um mais inteligente que o outro, tem que usar todos o mesmo tipo de roupinha, tem que ficar fazendo pose o tempo inteiro, enfim, a pessoa pode ser o que ela quiser, seja indie, metaleiro, patricinha, punk, enfim, é só não ser babaca. E pra ver como não temos um problema especifico com indie, é só ver o Cello, ele é o mais podre, porque fala mal até de mim e da Bárbara. Cello: Ah meu, num é pegar tão pesado não!! Na verdade é autocrítica, porque eu já muito fui desses tipinhos (mamãe quero ser Kevin Shields!), eu batia cartão na DJ Club e na Funhouse e adorava bancar o diferente... aí o funk me salvou! E a idéia também é fazer uma música falando mal da gente mesmo, antes que alguém faça! Outra, esse povinho num tem nada de indie, só sabem se vestir de palhaço e ir pra balada ouvir lixo... se acham diferentes mas só ouvem clichê, bah... Yeah yeah yeahs é uma merda! E eu quero muito ainda falar de hippie e de metaleiro. Bárbara: Não acho que pegamos pesado... Foi só uma piada que a gente não podia perder! Indie podia ser legal antes de virar febre aqui em Curitiba, e tomar conta das turmas de 8ª série. Como me irrita o indie infanto-juvenil curitibano. Os mais velhos, que deveriam dar o exemplo (hehe), se comportam de forma muito parecida, vivendo exclusivamente do visual comprado no shopping, ouvindo o que dizem para ouvir... Aquela velha história cliché do "ser diferente, para ser igual a todo mundo". CG - Vocês já tocaram em algum lugar aí em Curitiba?
Vicky: Nós tocamos na festa que eu e Bárbara organizamos, a Tisco. Mas foi só um pocket show.
Cello: De preferência em balada indie!!! Meu sonho é tocar no James, desde que eles não arranquem o cartaz!! A gente tá querendo agitar um lance com os Manymais e com Os Princesa por aqui...
Bárbara: Estamos negociando uma participação no Festival Big Day Out na Austrália, em janeiro do ano que vem.
CG - Bonde do Rolê e Bonde das Impostora, Curitiba está se tornando a segunda capital do funk???
Vicky: é! Já estamos dominando! Daqui a pouco nem vão lembrar que tudo começou no Rio de Janeiro,hehe. Na verdade é bom porque, o funk do Rio é diferente do que estamos fazendo aqui. Lá, as letras, apesar dos conteúdos, são levadas mais a sério,e a gente leva na brincadeira. Não é um som que a gente ama de paixão. Eu não ouço muito outros funks pra falar bem a verdade e nem gosto,a Bárbara já conhece mais, também porque é a carioca do grupo.
Cello: No Rio tem uns caras bons, mas tipo, eles nem tão na mídia, eles são total funk way of life, a gente num vivencia aquela realidade... eu nunca fui num morro, só fui pro Rio de Janeiro pra ver Oasis no Rock in Rio... mas eu adoro o Bola de fogo, meu sonho é cantar igual ele!! E meu, apareceu uma biografia do Marlboro em casa... o cara é no mínimo idiota, ele não representa o funk, o cara é como a gente, classe média e alta brincando de funkeiro, funkeiros mesmo é o Catra!!
Bárbara: Eu sou funkeira do tempo do vinil do Furacão 2000 hehe de verdade, sempre ouvi e pesquisei o funk carioca e gosto de ter funk aqui. O funk do Rio tem uma cena de verdade, que é muito importante para a periferia, faz a vida de muita gente lá, depois da maldita Raíssa da novela, veio o boom, e o funk se espalhou de novo pelo país (o que já tinha acontecido antes em tempos de Planeta Xuxa). O funk curitibano, pra mim, é a piada que está tomando proporções inimagináveis. Eu estou adorando isso.
CG - Que grupos vocês gostam de ouvir?
Vicky: Muitas coisas.Glam Rock,Hard Rock são os prediletos ,mas eu ouço indie também,electro,anos 80,post punk,tango até, enfim, mais rock'n'roll.
Cello: Eu sou fã de Sonic Youth e Smashing Pumpkins... Blonde Redhead, Viva Você e My Bloody Valentine tb tão sempre no meu play...
Bárbara: Nossa... bem difícil fazer lista, ouço música desde a barriga da minha mãe. Sou sempre a chata que canta até música que toca em sala de espera de dentista... mas os top da lista são electro, indie, 60s, 70s, 80s e 90s, funk carioca, MPB, soul, até hoje escuto o grunge dos anos 90.
Posted at 5/12/2006 12:50:50 pm by Luiz Pattoli
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11.5.06
Posted at 5/11/2006 11:53:48 am by Luiz Pattoli
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10.5.06
O duo São Paulo Underground, formado por Maurício Takara (Hurtmold) e Rob Mazurek (Isotope 217, Chicago Underground), é destaque desta semana na seção de downloads no site da revista XLR8R. Baixe o MP3 aqui.
Posted at 5/10/2006 6:39:54 pm by Luiz Pattoli
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4.5.06
O CG está credenciado para a 10ª Erotika Fair. Em breve você verá aqui a cobertura completa do evento que tem shows da acrobata erótica Romy Andrade, de Silvette Montilla, a drag apresentadora mais divertida de São Paulo, Renata Finsk, a transex do Super Pop e vencedora do concurso do Silvio Santos, além de performances de boys, garotas, casais e bonecas.
Há também um museu do sexo: uma viagem no tempo e no mundo com muitas curiosidades e fatos marcantes do universo erótico, incluindo uma sala de cinema com filmes antigos e raridades. Além de expositores para a compra de lingeries, fantasias, acessórios eróticos e outras coisas que você só vai encontrar nesta feira.
10ª Erótika Fair Expo Mart - Rua Chico Pontes, 1500 - V.Guilherme - São Paulo, SP Transporte gratuito saindo do Shopping Estação, na Rodoviária do Tietê
Preço: veja as condições na seção promoção do site. 28, 29 e 30 de Abril de 2006 05, 06 e 07 de Maio de 2006 12 e 13 de Maio de 2006* 19, 20 e 21 de Maio de 2006
Sextas e sábados das 15:00hs às 23:00hs Domingos das 13:00 às 21:00hs
* 14 de Maio, dia das Mães, não haverá evento.
Censura: 18 anos
Posted at 5/4/2006 5:08:52 pm by Luiz Pattoli
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3.5.06
Mombojó: promoção cd+show
As 400 primeiras pessoas que comprarem o novo cd do grupo pernambucano numa loja Fnac ganharão um ingresso para um show fechado no Grazie a Dio! (São Paulo) no dia 24 de maio. Depois do bem-sucedido disco de estréia "Nadadenovo" (2004), o Mombojó lança seu segundo álbum, "Homem-espuma", pela gravadora Trama. Formado em 2001, o Mombojó, que ganhou o prêmio APCA de "Melhor grupo de música popular de 2004", se destaca pela personalidade musical conquistada pelos integrantes, todos na faixa dos 20 anos. Ainda não foi divulgada a data de início das vendas do disco.
Posted at 5/3/2006 5:22:26 pm by Luiz Pattoli
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 Com grande chance de ser boato de internet, um site anuncia como lançamento o Podfume - o perfume para vestir sua música, como diz o slogan. São duas versões: Video e Photo, com frascos alusivos ao tocador de MP3 da Apple. Há um link para efetuar a compra na Amazon, mas não nenhuma menção do produto na loja on-line.
Mentira ou verdade, a idéia é vendável.
Posted at 5/3/2006 1:33:42 pm by Luiz Pattoli
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Lançada mais uma edição da revista Protesta!. Em formato 23x30 cm e
agora com 36 páginas, a revista traz assuntos atuais e de extrema
relevância para quem se interessa pelo pensamento dissidente e pela
resistência anti-autoritária.
Entre as pautas deste número, um artigo entitulado "Agro-Terrorismo: a política de terror dos latifundiários sobre os
sem-terra", entrevista
com o Coletivo Autônomo Magonista (CAMA) do México, a Revolta
Francesa e o Incêndio dos Excluídos, entre outros textos.
O preço de cada exemplar é R$ 5,00 + R$ 2,00 (correio) e pode ser adquirida através do e-mail faisca@riseup.net.
Posted at 5/3/2006 11:49:21 am by Luiz Pattoli
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